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O comportamento dos integrantes da equipe faz toda a diferença quando se objetiva atingir as metas do departamento. A principal peça do processo é o próprio gestor, que precisará desenvolver habilidades extras para liderá-los, no sentido de gerar interesse e interdependência no grupo. Veja alguns erros comuns de equipes de trabalho e perceba se se aplica ao seu departamento. Quem sabe encontre a resposta para a baixa performance.

         1 – Individualismo

         Um, e apenas um membro com este tipo de atitude, desencadeia o distanciamento entre os demais membros da equipe, além de promover “panelinhas” e opiniões divergentes. Cria-se um clima de desconfiança generalizada. O sintoma do individualismo é o constante e persistente comentário de favorecimento de uns em detrimento de outros. A solução é promover integrações, inicialmente freqüentes, depois manter uma constância.

         2 – Ostracismo.

         De novo, apenas um integrante praticante de jornada de trabalho reduzida, tanto no sentido literal como no sentido produtivo, promove um efeito dominó nas demais pessoas, gerando ociosidade nas pessoas e etapas seguintes. O sintoma é evidente; morosidade na execução de tarefas diárias, atrasos nos cronogramas de trabalho e baixa produtividade. A melhor solução é eliminar este indivíduo.

         3 – Desinteresse em treinamento e aprimoramento.

         Programas de treinamento são necessários para manter as equipes atualizadas. O grande desafio das empresas é investir em programas que atendam as carências das equipes. Cada membro deveria não apenas participar ativamente, mas também manifestar suas carências, a fim de permitir investimentos precisos e retornáveis. Isso não ocorre, e não ocorre mesmo. Sintomaticamente o único “programa” pertinente é o de acomodação, tendo como reflexo, a estagnação quanto à penetração no mercado e a resultados. Uma das soluções possíveis é envolver os formadores de opinião nas decisões a respeito das atividades da equipe.

         4 – Perfis antagônicos.

         O caminho mais curto para os resultados está na integração total da equipe, e oculto a isso, o perfil dos integrantes. O sintoma de uma equipe com vários perfis, é a inibição do relacionamento interno, desestimulação do inter treinamento e dificuldade no atingimento de cotas. A solução se resume em definir claramente o perfil do departamento e da equipe e só integrar quem estiver dentro dos requisitos.

         5 – Falta de convívio.

         A equipe não tem nenhum tipo de envolvimento e se relaciona apenas no âmbito profissional nas dependências da empresa. Isto ocorre quando é exercido excesso de pressão pelas metas. Ao contrário do que se supõe o melhor remédio e desestressar em equipe promovendo algum tipo de atividade extra como um simples happy hour ou um churrasco.

         6 – Participação nas ações uns dos outros.

         Questões de conflito interno ou competição entre membros da equipe promovem a omissão das ações individuais, anulando possíveis cooperações dos colegas. A falta de comunicação entre eles é o sintoma a ser observado e a reintegração da equipe é necessária.

         7 – Desunião.

         Outro fator que bloqueia a exposição de idéias e sugestões para o melhor rendimento da equipe. O ditado “a união faz a forca” ganha sustentação no poder de barganha que se cria com a união dos membros. Mais uma vez, há falta de comunicação e conflito internos e a solução é promover integrações.

         8 – Ter no comando um “CHEFE” ao invés de um “LIDER”.

         Acrescente mais esta, às várias diferenças entre chefes e líderes conhecidas; Enquanto o chefe não se envolve, o líder nada contra a correnteza para ajustar as diferenças entre seus liderados. Procura motivar e treinar, prestigiar e comemorar cada conquista.

 

 

FONTE: http://www.administradores.com.br/artigos/8_erros_em_equipe/35115/

         Receber uma promoção sempre é motivo de orgulho e alegria. É claro que toda empresa, antes de promover um colaborador a chefe de um departamento faz uma análise completa de seu perfil e habilidades, mas acredite – essa análise é apenas preliminar. Pessoas que apresentam perfil de liderança, nem sempre conseguem administrar novas responsabilidades quando são cobradas pela direção da empresa. Novos líderes precisam se policiar para não cometerem os 7 erros mais comuns em quem é promovido a um cargo de chefia:
         Erro 1: Não saber lidar com os liderados
         Alguém recém-promovido deverá liderar pessoas que estavam no seu mesmo nível hierárquico até ontem. Muitos líderes não conseguem mostrar que a partir daquele dia o relacionamento profissional será diferente com seus colegas de trabalho. Virão cobranças da direção, que se traduzirão em cobranças para seus subordinados.
         Erro 2: Tornar-se onipotente e arrogante
         Exatamente para não cair no “Erro 1″, algumas pessoas sobem em um pedestal e imaginam que sua arrogância irá manter sua autoridade. Engano total: o segredo está em manter a autoridade, sem se tornar arrogante.


         Erro 3: Não focar nos resultados
         Se você foi escolhido para este cargo é porque a direção confiou na sua capacidade de trazer resultados. Por isso, o mínimo que se espera da sua atuação, é que os resultados sejam alcançados. Muitas pessoas, quando promovidas, encantam-se com o novo cargo, e se esqueçam do motivo pelo qual estão lá.
         Erro 4: Focar sua liderança na liderança anterior


         Um bom líder baseia seu trabalho no melhor que pode fazer, e não em comparações com o líder anterior. Você não precisa criar parâmetros de comparação o tempo todo. Deve dar o melhor de si, e por isso, tornar-se melhor para a empresa.
         Erro 5: Mudar tudo, só para fazer diferente


         Não é porque você ganhou autonomia para mudar o que quiser, que você precisa mudar tudo sem analisar onde vai chegar. Muitos líderes novos mudam procedimentos sob a ótica de quando era um simples colaborador. O líder deve analisar suas ações a partir da nova posição que ocupa. As consequências serão suas.
         Erro 6: Levar problemas para frente, em vez de resolvê-los
         Como o novo líder está acostumado a ter seus problemas resolvidos pelo seu superior imediato, ainda não tem consciência que terá que resolver problemas por si só. Sempre que levar um problema para a direção, leve também a solução – afinal, dentre outras coisas, você está lá para isso.
         Erro 7 : Achar impossível cometer qualquer um dos 6 erros anteriores
Talvez, ao ler os 6 erros que antecedem esse, você tenha pensado: eu jamais cometeria qualquer um desses erros. E aí mora uma armadilha, pois todos os líderes que perderam sua posição em pouco tempo, julgam não ter cometido erros. Por isso é importante que nossa atenção sempre esteja redobrada. Como diz o velho ditado, “Errar é humano”, mas nem sempre temos uma segunda chance de fazer certo. Aproveite nossas dicas e acerte em cheio.             FONTE: www.administradores.com.br

 

         “O jeito, ou o jeitinho brasileiro, é a imposição do conveniente sobre o certo”. É a “filosofia” do: se dá certo é certo; desde, é claro, que “dar certo” signifique “resolver meu problema”, ainda que não definitivamente.

         Assim é o brasileiro: dá jeito em tudo. Sua versatilidade abrange um sem-número de situações: é o pára-lama do carro amarrado, em vez de soldar; são os juros embutidos no valor da prestação “fixa”; é o “dar um por fora”; é matar a avó pela quinta vez para justificar a ausência a uma prova, na escola. Mas o jeitinho é também pedir a um médico amigo para atender uma pessoa carente ou para fazer uma cirurgia pela Previdência; é o revezamento dos vizinhos para socorrer uma pessoa doente; é conseguir um emprego para um pai desempregado.

         O dilema está lançado! Que dizer, então, do jeitinho? Podemos fazer uso dele para resolver as questões do dia-a-dia? Será que todo jeito é desmoralizante, ilegal, burlador, inconveniente? Ou será que ele também pode ser criativo, solidário, benevolente? É esta discussão que eu lhe convido e desafio a participar no livro Dando um Jeito no Jeitinho – Como ser ético sem deixar de ser brasileiro (Editora Mundo Cristão).

         Quando se fala em jeito ou jeitinho brasileiro, a primeira coisa em que pensamos é esperteza, suborno, ambição. Embora essa não seja a única maneira de definir o jeito brasileiro, o lado negativo dessa prática tão disseminada em nossa sociedade é o que mais se evidencia nos meios de comunicação.

         O jeitinho é quase um código secreto de relacionamento. Basta apenas que algo dê errado ou tarde em solucionar para pensarmos em como “dar a volta” e, assim, abreviar seu desfecho. Ele revela o desejo do ser humano de não se prender às normas, mas sim de superá-las, subjugá-las. Suspende-se temporariamente a lei, cria-se a exceção e depois tudo volta ao normal.

         O brasileiro seria, então, um anarquista, um fora-da-lei? Não. “O brasileiro não nega a existência da lei, o que ele nega é a sua aplicação naquele momento”. Simples assim. Justificamo-nos com todos os rigores da razão: se podemos pagar menos imposto de renda a um governo que não retribui adequadamente em benefícios sociais para seus contribuintes, por que fazê-lo? Por que pagar uma multa de trânsito – altíssima – se podemos dar um jeito de cancelá-la?

         A corrupção, tema diariamente discutido na mídia escrita e falada, é outra faceta do jeito considerada neste livro. Ela está presente naquele jeito de conseguir uma concorrência, ou no jeito de “ajudar” o fiscal a esquecer determinada lei, ou mesmo no jeito de apressar um processo numa repartição pública. “O jeito não se contenta apenas em transgredir a norma. Às vezes, pela própria transgressão da norma, é preciso dar um jeito para não haver punição. Neste caso há a união incestuosa entre o jeito e a corrupção.”

         Mas nem todo jeito é negativo. A inventividade e a criatividade são algumas das facetas mais relevantes do lado positivo do jeito. O brasileiro possui uma alta capacidade de adaptação às situações mais inesperadas, que muitas vezes pode significar a diferença entre viver ou morrer, entre estar desempregado ou “arranjar uma profissão alternativa” para manter a si próprio e à família.

         O jeito é também conciliador, permitindo que se crie uma solução favorável para uma situação a princípio impossível. É o caso do operário que “cobre” o outro em seu turno enquanto aquele participa de um curso no supletivo, para ganhar o tempo perdido.

         Enquanto o lado negativo do jeito gera situações delicadas e comprometedoras da conduta ética, o lado positivo muitas vezes vem aliviar o brasileiro da vida oprimida que ele precisa vencer. E é aqui que se estabelecem os dilemas éticos do jeito. A inconsistência da ação governamental em áreas como a segurança pública, a fiscalização e o planejamento da política tributária e financeira leva o cidadão a uma situação tal que sua única saída no momento é o jeito, a “escapada”, sob pena de perder o emprego ou inviabilizar sua empresa.

         Em suma, o descaso generalizado das autoridades públicas quanto às reais necessidades do povo gera o “salve-se quem puder”, que por sua vez alimenta o jeito e incentiva a transgressão das normas. Desta à corrupção é apenas um passo. Tão logo se estabeleça, a corrupção generalizada acolhe a impunidade. E assim fecha-se o círculo.

         E então, o Brasil tem jeito? Afirmo que sim.

FONTE: www.etica.pro.br/jeitinho.

ERROS QUE VOCÊ DEVE EVITAR NAS REUNIÕES

 

Alguns erros podem prejudicar sua participação nas reuniões. Veja como se livrar deles para fazer com que esses eventos tão comuns na vida corporativa sejam mais eficientes.

1- Não apresente uma proposta sem considerar os ouvintes. Suas chances de ser bem-sucedido nas reuniões serão ampliadas se ao expor uma proposta ou um projeto levar em conta as características e os anseios dos outros participantes.

 2 – Não comece batendo de frente. Se em uma reunião houver pessoas que não concordam com você, tome cuidado para não dar sua opinião desde o início. Procure desarmá-las mencionando antes nos pontos que tenham em comum. Depois que baixarem a guarda será mais fácil fazer com que pelo menos ouçam seus argumentos.

3 – Não pressuponha que o assunto seja conhecido. Embora as reuniões quase sempre sejam realizadas com o objetivo de solucionar problemas, não parta da pressuposição de que a questão já seja conhecida por todos. Antes de propor soluções procure esclarecer quais os problemas que precisam ser resolvidos.

4 – Não deixe de esclarecer quais os assuntos que serão debatidos. Logo no início da reunião procure informar de maneira concisa os pontos que serão discutidos, as informações já conhecidas e os objetivos a serem atingidos.

5 – Não permita que monopolizem as discussões. Se você liderar a reunião, evite que apenas algumas pessoas se manifestem. Faça perguntas e peça opinião de todos para que se sintam incluídos nos debates.
6 – Não fale fora de hora. Se você for um dos participantes da reunião, evite tomar a palavra para responder às perguntas específicas de outras áreas. Procure só dar sua opinião quando outros profissionais não tiverem informações e você sentir que poderá colaborar com sua participação.

7 – Não esconda informações. Como líder de uma reunião você poderá colaborar com o grupo expondo as informações que já possui sobre o tema. Quanto mais subsídios os participantes tiverem, mais atuantes serão.

8 – Não seja desagradável. Não faça brincadeiras que possam ridicularizar os outros participantes. O uso da ironia, do sarcasmo e da crítica desnecessária pode criar uma imagem antipática. Por mais descontraído que seja o ambiente não brinque com as características físicas, nem revele gafes dos outros participantes.

9 – Não seja sério demais. Se o assunto permitir e você for o líder da reunião, procure se mostrar descontraído, leve e bem-humorado. Esse comportamento mais amistoso poderá estimular a participação mais ativa de todos.

10 – Não negligencie com o horário. Estabeleça horário para iniciar e para terminar a reunião. E procure cumprir o que foi combinado. Assim, os outros profissionais poderão assumir compromissos antes e depois do horário e aproveitar melhor o tempo.

  1. FONTE: http://economia.uol.com.br/planodecarreira/artigos/polito/2009/09/14/ult4385u125.jhtm

Estas duas palavras de origem grega (syn+ergos e mono+ergos) trazem consigo duas formas de se ver a dinâmica do fazer em equipe. Mesmo sendo uma incoerência, há aqueles, que mesmo se dizendo parte de uma equipe, agem no grupo de forma isolada (mono+ergos) e independente; são pessoas que não têm aderência – não têm cola – e por isso não aglutinam e agem sempre de forma unilateral. Em contra partida, há aqueles que, por terem aderência, se aglutinam aos integrantes do grupo e todos agem como se fossem um (syn+ergos), de forma bilateral.

Penso que o ser sinérgico ou monérgico, além de ter haver com o temperamento de cada um, está relacionado ao perfil psicológico da pessoa – fatores como traumas, baixa estima, complexos e a (in)capacidade de lidar com os mesmos é decisivo. Por isso todos que fazem parte de uma equipe deve se conhecer, se ver criticamente e até mesmo se permitir o direito de estar errado; estando aberto a aprender e crescer com o outro, a se repensar e mudar.

Para se ser sinérgico é preciso se estar muito bem resolvido emocionalmente, muito consciente de suas qualidades e especialmente das deficiências. É preciso ter assimilado o princípio da complementaridade ensinado no capítulos 12 de Romanos e de 1 Corintios, e ver o outro como possibilidade de crescimento e não como uma ameaça – ser sinérgico é somar!

Não é assim o monérgico. Ele é incapaz de assimilar a complementariedade, de construir junto, de somar. O monérgico é como aquela pessoa que pega sua fatia de bolo e vai comê-la sozinho, isolado dos outros ou como alguém que vem a pescaria já com os peixes no cesto – ele não pesca junto!

Dito isso o que está passando em sua cabeça? Você tem facilidade para um fazer junto ou você é daquelas pessoas que decide e faz só? Qual a sua verdadeira motivação ao agir/interagir com o outro? Você é uma parte do todo ou você é A parte? Você é sinérgico ou monérgico?

VAMPIRO BONZINHO

O psicólogo americano Albert Bernstein definiu no livro “Vampiros emocionais” os tipos mais comuns de parasitas da alma. Entre eles está o vampiro-bonzinho, aquele que faz tudo para você sem que peça ou sequer queira que ele faça algo. Você se torna obrigada a retribuir tantas gentilezas. Quando se dá conta, tornou-se escrava desse parceiro tão “bonzinho”, fazendo tudo o que ele quer.

VAMPIRO DEPRESSIVO

Esse está sempre de astral baixo e exige, de forma direta ou indireta, que você o anime num passe de mágica. Para o psicanalista Gley Costa, todo ser humano apresenta em sua conduta aspectos amorosos não amadurecidos, revelando fixações em etapas infantis do desenvolvimento, como, por exemplo, o amor possessivo, aquele que exige do outro uma satisfação plena e permanente, representando uma forma de vampirismo emocional.

VAMPIRO INIMIGO DO PEITO

Para o psicanalista José Renato Avzaradel, as histórias de vampiro despertam tanto interesse justamente porque todos nós tivemos a experiência de nos alimentarmos do corpo de outra pessoa. A psicanálise, segundo ele, aponta para uma relação entre a amamentação e o vampirismo. Nas duas situações, um ser humano tira o seu alimento de outro ser humano. Mas no caso do vampirismo essa alimentação se dá com uma grande dose de destrutividade, na qual o objeto que alimenta é destruído para prolongar a vida indefinidamente.

VAMPIRO ROCK’N’ ROLL

Estes adoram farra, segundo o americano Albert Bernstein. São os mais sensuais, entusiasmados e divertidos. As pessoas se afeiçoam a eles rapidamente e são enganadas na mesma velocidade. Fora a diversão passageira, não têm nada a dar, mas vão tomar o que puderem para manter a sua euforia.

VAMPIRO NASCISISTA

Esses têm um ego enorme, segundo Bernstein, mas são  pequenos em todo o resto. Eles são arrogantes, se acham o máximo e não vêem ninguém. Querem sempre elogios e reconhecimento e usurpam para si a glória dos outros. No fundo, têm uma auto-imagem extremamente negativa e se consideram piores que todo mundo.

VAMPIRO CONSUMISTA

Como não conseguem afeto, esses querem coisas e jamais estão satisfeitos com o que recebem dos outros. O dinheiro tem uma importância vital, mas ele nunca será suficiente. Está sempre faltando, para desespero do parceiro, que não vai satisfazer suas necessidades, ainda que seja um multimilionário.

VAMPIRO VÍTIMA

É aquele que se faz de coitado e de infeliz para manipular os incautos à sua volta.

CONTROLE O FALADOR

Reinaldo Polito

 

Há pessoas que gostam de falar. Algumas são até simpáticas, agradáveis e alegram os encontros sociais. Sempre dispostas a contar histórias interessantes, bem-humoradas, que divertem e animam os encontros.

 

São sensatas. Se alguém entra com algum comentário, se calam respeitosamente dando a palavra para que outros possam participar. Retomam a fala quando questionadas ou nos momentos em que ocorre o silêncio social. São recebidas de braços abertos em qualquer roda de conversa.

 

Não faltam, entretanto, aqueles que se tornam chatos com seu falatório. Ligam a matraca e falam, falam, falam até que a última vítima sucumba e bata em retirada. Abandonados, mas ainda cheios de energia, se lançam à caça de novos ouvidos e com ânimo renovado repetem as mesmas “velhidades”.

 

Nas conversas sociais, se você não estiver com vontade de suportar o falador, basta dar uma desculpa qualquer e se retirar. Poderá dizer, por exemplo, que precisa resolver uma questão com alguém que esteja em outra roda de conversa. Se, por acaso, essa outra roda não existir, poderá ainda alegar a necessidade urgente de dar um telefonema.

 

A situação se torna mais delicada se você estiver proferindo uma palestra. Nessa circunstância, se um ouvinte desandar a falar ao invés de apenas fazer uma pergunta, será preciso interrompê-lo. Se você não tomar essa providência poderá prejudicar sua apresentação.

 

É preciso tomar as rédeas nas mãos e não deixar que o ouvinte faça o discurso no seu lugar. A melhor maneira de contornar o problema é interromper a pessoa com um elogio. Ao ser elogiado, provavelmente, ele irá se calar para ouvir o que você tem a dizer a respeito dele. Tendo a palavra de volta você poderá continuar.

 

Mais complicado ainda é enfrentar em reuniões pessoas que gostam de falar muito. Se um participante falar demais em uma reunião, impedirá que os assuntos propostos na pauta sejam discutidos, não dará oportunidade para que os outros se manifestem, não permitirá que o tempo determinado para o encerramento seja cumprido.

 

Como já mencionei, o fato de uma pessoa gostar de falar não significa que ela seja chata ou desagradável. Algumas são até muito simpáticas, comunicativas e cativantes. Sempre têm uma boa história para contar, dão opinião sobre quase todos os assuntos, de maneira geral por tempo prolongado, falam alto e riem ruidosamente.

 

Independentemente de serem ou não agradáveis, todavia, não deveriam falar demais nas reuniões. E seria aconselhável que deixassem para usar a conversa simpática em outras circunstâncias. Como esse é um tipo difícil de ser controlado, é preciso ter personalidade forte e atenção redobrada para evitar que atrapalhem a reunião.

 

Uma boa solução é conversar com a pessoa antes da reunião e explicar de forma delicada que o seu comportamento prejudica o andamento dos trabalhos e a participação dos demais componentes do grupo.

 

FONTE: http://economia.uol.com.br/planodecarreira/artigos/polito/2009/07/23/ult4385u118.jhtm

Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos. – Números:13:33 Após vagar por quarenta anos no deserto em busca da terra prometida, Moisés e o seu povo finalmente puderam avistá-la de longe. Porém, para chegar até a desconhecida região era necessário conhecer os perigos que a envolvia e também verificar as condições do solo e do clima. Para a missão de espionar a terra foram escolhidos doze valentes homens. Durante quarenta dias estes verificaram os prós e os contras. O povo que havia ficado, esperava ansiosamente o regresso dos seus representantes. Conforme o tempo previsto, aqueles homens voltaram. A multidão (eram alguns milhões) então se reúne, a fim de saber das boas novas. Os espias então começam a falar: – “realmente aquela terra é ótima, o solo é maravilhoso, o clima nem se fala… As frutas e os legumes são imensos, vejam!” Mas, o entusiasmo durou muito pouco, pois logo exclamaram: “aqueles homens são muito grandes, não seremos capazes de combatê-los! Eles são tão grandes (gigantes) e fortes, que diante deles nós somos como gafanhotos.” Que tristeza! Tanta coisa boa… Quarenta anos de espera e ainda assim conseguiram ver somente as dificuldades. Sim, acabaram desacreditando deles mesmos. Felizmente a história não termina assim. Dois destes doze homens foram valentes e perseveraram. Ufa! Ainda bem que existem pessoas motivadas, confiantes e determinadas. Pessoas de fé. Questionando os grandes empresários e perguntando o que eles fazem com funcionários desmotivados, constatei que a maioria não pensa duas vezes antes de dizer: eu demito os desmotivados. Na verdade as razões são bem óbvias: Os desmotivados contagiam mais do que os motivados; Não produzem (como se deve) profissionalmente e ainda são de difíceis relacionamentos; A desmotivação encobre a capacidade e habilidade de um individuo; Não ser um Gafanhoto é uma necessidade para todos que buscam a excelência pessoal e profissional. Estar pronto para enfrentar os gigantes e transpor todas as barreiras impostas pelas dificuldades da vida é uma questão de sobrevivência no mercado competitivo, onde os mais velozes e mais criativos sempre vencem. Veja: eu destaquei os mais velozes e não os maiores. Por quê? Porque devemos acompanhar o crescimento, as novas descobertas, técnicas e ciência. Devemos girar quando o mundo gira e evoluir constantemente, senão estaremos fadados ao fracasso eterno. Ser um gafanhoto é não acreditar na superação, motivação, empreendedorismo… O meu desejo é que você seja alguém feliz, motivado e determinado. Eu poderia dizer que desejo dinheiro, fama e poder pra todos, mas acredito que isso não trará paz de espírito e realização pessoal completa. De que adianta ser um profissional bem sucedido se a sua vida pessoal vai de mal a pior? Experimente gozar bons momentos ao lado da sua família e amigos. Dê valor à pequenos detalhes que muitas vezes passam desapercebidos diante dos seus olhos e você vai crescer também profissionalmente. Na próxima vez em que você chegar à sua empresa (falo para empresários e colaboradores), procure agradecer a Deus, pois vivemos num país onde milhões de pessoas estão desempregadas. Faça isso e você vai crescer pessoalmente. Lembre- se: A nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais seguro para o sucesso é sempre tentar apenas uma vez mais”. (Thomas A. Edison) Está na hora de enfrentar os gigantes que aparecem diante de você, gigantes são fortes, mas não são invencíveis. Derrote um a um, começando agora mesmo. Sugiro que sem compromisso religioso você leia o capítulo 13 do livro de Números. FONTE: www.artigos.biz

A resiliência é caracterizada por um conjunto de atitudes adotadas pelo ser humano para resistir aos embates da vida.

 

DICAS PARA AUMENTAR A CAPACIDADE DE RESILIÊNCIA:

 

· Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade.

 

· Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação.

 

· Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfina e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar.

 

· Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio para recuperar-se”.

 

· Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança .

 

· Assumir riscos (ter coragem).

 

· Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas).

 

· Separar bem quem você é e o que faz.

 

· Usar a criatividade para quebrar a rotina.

 

· Examinar e refletir sobre a sua relação com o dinheiro.

 

· Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer, para em seguida retornar ao estado original.

 

· No momento da crise, formule uma explicação para o que está ocorrendo: analise as circunstâncias, a seqüência dos fatos e as razões do adversário. Tente entender os seus sentimentos em relação a tudo isso.

 

· Pense no que vai fazer quando sair da crise. Fica mais fácil suportar a dor ao se imaginar no futuro.

 

· O tempo que rege o resiliente é o presente. Comece, agora, a mudar a situação indesejada: estude, trabalhe, seja livre.

 

· Estabeleça vínculos com pessoas que podem representar coragem e estímulo. Mas não espere que uma delas faça o papel do salvador da pátria para resgatá-la do fundo do poço. A melhor saída é sempre aquela que você encontra.

 

· Valorize as pequenas vitórias. Lembre-se de como as conquistou e veja que pode ousar de novo. Isso traz autoconfiança.

 

 

“O problema não é o problema.O problema é sua atitude com relação ao problema.”(Kelly Young)

Ser pontual aqui no Brasil indubitavelmente é motivo para ser alvo de comentários. Dentre os falatórios, um diz para o outro que beltrano é extremamente pontual, frase que é proferida com surpresa e admiração.

 

Causa estranheza chegar em um determinado local na hora previamente marcada. Pior… Chegar no horário estipulado diversas vezes faz o convidado pontual passar por péssimos momentos.

 

O pontual é recebido com assombro pelo anfitrião, não havendo necessidade de qualquer esforço mental para descobrir o porquê do espanto. O motivo é um só: a não observância do horário anteriormente combinado ou fixado.

 

Como decorrência da impontualidade, aquele que foi exato, é obrigado a ouvir as malditas locuções da parte contrária. Normalmente, escuta-se: “Já chegou, como você é pontual!”, “Sinta-se em casa, que eu vou só acabar de me ajeitar.”, “Opa! Que surpresa! Espere aí que eu venho já” e assim em diante.

 

Ao que zelosamente cumpriu o horário, só resta fornecer um riso sem graça. Sente-se inconveniente e age como se fosse culpado pela situação. Quem mandou ser pontual?

No Brasil é assim. Reunião importante marcada para começar às doze horas significa que só terá início depois das doze e trinta. Churrasco às doze horas é o mesmo que ter dito que começava às duas da tarde. Marcar um jantar às vinte horas é como afirmar que será após a novela.

 

Relógio é objeto que para muitos só serve de ornamentação, pois pontualidade nessa nação se não é crime, é pecado.

 

FONTE: Jornal Gazeta do Oeste de 22/05/09 (www.gazetadooeste.com.br)

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